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Pe. Rodolfo Linkenbein

6 de junho de 2018

Pe. Rodolfo Lunkenbein

Nascido na Alemanha em 1º de abril de 1939 em uma família profundamente cristã, desde criança Rodolfo viveu em profundidade a experiência cristã, sentindo e respondendo com generosidade durante toda a sua vida à força do Espírito que o impulsionava a viver e a levar a Boa Nova de Jesus a todas as gentes.

Já na sua adolescência através de boas leituras entra em contato com Dom Bosco e com a sua obra no mundo e começa a ver o Evangelho sob o prisma salesiano: Dom Bosco lhe oferece pão, trabalho e paraíso, e Domingos Sávio lhe ensina que a santidade consiste em estar sempre alegre, em fazer o bem a todos e em estar sempre disposto a morrer antes que ser infiel a Deus.

No começo de 1963, Rodolfo é destinado para iniciar o seu primeiro período de vida missionária na Missão Salesiana
de Meruri. Homem já feito, com 24 anos de idade, cheio de qualidades e difundindo alegria e otimismo, enfrentou a realidade tal como a encontrou em Meruri, como assistente e professor em uma escola na qual a maior parte dos alunos eram meninos internos e externos, filhos de moradores brancos da região. Todo o mundo ficava encantado com o comportamento e a riqueza moral, a alegria e a capacidade de serviço deste jovem missionário.

Na mesma missão de Meruri, em 1º de maio de 1965, o Clérigo Rodolfo fez o pedido para a profissão perpétua, expressando “firme vontade de consagrar-se para sempre a Deus e trabalhar, mais tarde como Sacerdote, por toda a sua vida na Congregação Salesiana, especialmente nas missões indígenas”.

Fez seus estudos teológicos no Instituto Teológico de Benediktbeuern, Alemanha, de 1965-1969, logo após o Concílio Vaticano II, cujos documentos influíram na sua atuação missionária entre os indígenas de Mato Grosso, principalmente com os bororo de Meruri. Neste período também aproveitou os tempos de férias para fazer um curso de medicina tropical e até um curso de piloto, sempre pensando na realidade que conheceu na sua primeira atuação missionária com os bororo e os seus vizinhos, os xavante.

Voltando a Meruri como padre novo, no início de 1970, encontra uma nova realidade. Em Meruri agora estão só os bororo que ele já conhecia e mais um grupo de bororo vindos da aldeia Pobojari, onde tinham perdido suas terras – estes ainda conservam a língua e a cultura. Todos o recebem com muito carinho, fazendo-lhe uma bela recepção cultural e aceitando-o na tribo com o nome de Koge Ekureu (Peixe Dourado).

É admirável o respeito com que os missionários e concretamente o P. Rodolfo trataram estes dois pequenos grupos, num estágio tão diferente de cultura e de vivência religiosa, respeitando a caminhada histórica de cada um e facilitando entre eles o enriquecimento mútuo num diálogo intercultural e inter-religioso construtivo, na vida prática e celebrativa dos dois grupos.

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