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UCDB recebe prêmio por projeto ambiental

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Foto: Divulgação UCDB

A Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) e o Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul (MPE-MS) receberam o II Prêmio Ipê Amarelo de Meio Ambiente. A Comissão de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS) reconheceu o projeto Centro Integrado de Proteção e Pesquisa Ambiental (Ceippam), desenvolvido na UCDB há seis anos. A mestranda Priscila Quevedo Monteiro Garcez, do Programa de Pós-graduação em Ciências Ambientais e Sustentabilidade Agropecuária da UCDB, também foi premiada pelo projeto Takakura.

O coordenador do Programa Agroambiental da UCDB, Denilson Oliveira Guilherme, a coordenadora da Agência de Inovação e Empreendedorismo da UCDB (S-Inova), Andressa Tognon, o doutorando Wesley Carvalho, que atua no Ceippam desde o início, além de estagiários, representaram a UCDB na premiação.

O Ceippam possui duas frentes de trabalho: o Núcleo de Pesquisa e Prática em Direito Ambiental (Nuppam), localizado no Núcleo de Práticas Jurídicas (Nuprajur) da UCDB, e o Núcleo Técnico (NT), que funciona no Laboratório de Geoprocessamento da Católica. Os técnicos fornecem informações e dados para subsidiar as promotorias de meio ambiente de Mato Grosso do Sul nas decisões processuais.

A segunda edição do Prêmio Ipê Amarelo objetiva reconhecer projetos e iniciativas ligadas à preservação ambiental, sustentabilidade, tecnologias e empreendedorismo envolvendo engenharia, agronomia e geociências em Mato Grosso do Sul. Nesta edição, mais de 20 propostas foram inscritas e dois projetos são premiados em cada uma das três categorias: profissional, estudante e instituição.

Na categoria profissional, Priscila Garcez, engenheira ambiental e mestranda na UCDB, foi premiada com o projeto “Método Takakura de compostagem acelerada”. Priscila comentou sobre a origem do projeto: “Interessei-me em fazer uma compostagem caseira, mas não obtive êxito. Então, comecei a pesquisar sobre o assunto e encontrei uma tecnologia japonesa, o Método Takakura, que se encaixou bem no meu propósito, sendo mais prático e mais rápido. Elaborei uma cartilha, em linguagem acessível e com imagens, para pessoas de todas as idades, ensinando essa técnica, já que quase não havia material em português. Comecei a divulgar, fazer vídeos, palestras em todo o País e em Portugal”.

Priscila expressou sua emoção ao receber o prêmio: “Foi um misto de emoções. Poder trazer isso para a nossa universidade, para o nosso curso logo no primeiro ano do Mestrado. O prêmio do CREA-MS é muito importante e incentiva as pessoas, pesquisadores, as instituições, órgãos públicos, a pensarem em soluções técnicas para ajudar e contribuir na questão da sustentabilidade, na preservação do meio ambiente”.

Com informações: Assessoria UCDB