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P. Rodolfo Lunkenbein é lembrado na Alemanha como modelo de missionário

23 de outubro de 2019

(ANS – Berlim) – Por ocasião do Sínodo dos Bispos da Região Pan-Amazônica, ainda em curso no Vaticano, e devido ao Mês Missionário ‘Extraordinário’, os Salesianos da Alemanha recordam o seu coirmão, P. Rudolf Lunkenbein SDB, que, como missionário, em Mato Grosso, Brasil, se empenhou até dar a vida pelos direitos do Povo indígena bororo. Ele e o índio Simão Bororo foram mortos por fazendeiros brancos em 1976.

Mesmo depois de 40 anos, os Salesianos alemães continuam a sublinhar a extrema atualidade da sua doação. Fizeram por isso uma nova publicação sobre a vida e obra do P. Lunkenbein, intitulada: «Er lebte, was er predigte. P. Rudolf Lunkenbein SDB: Ermordet – für die Rechte dei Indianer» (Viveu o que pregava. P. Rudolf Lunkenbein SDB: Morto – pelos Direitos dos Indígenas).

“O P. Lunkenbein encoraja-nos a ser evangelizadores autênticos e apaixonados. O empenho pela paz, a justiça e a preservação da Natureza são hoje indispensáveis” – comentou o Inspetor da Alemanha, P. Reinhard Gesing SDB.

O autor da publicação é o P. Josef Grünner SDB, encarregado da Procuradoria Missionária Salesiana, em Bonn, que assim fala do Servo de Deus (SdeD): “O P. Lunkenbein representa de modo extraordinário um novo tipo de missionário, inteiramente de acordo com o Concílio Vaticano II e com uma profunda compreensão, segundo o espírito do Concílio Vaticano II, da missão mundial e da evangelização. Ele certamente compartilharia das insistentes exortações do Papa Francisco contidas na «Laudato Si’» e nos convidaria, a todos, a dedicar-nos com o máximo empenho ao cuidado da «nossa Casa comum»”.

O testemunho do P. Lunkenbein continua mais vivo que nunca, por causa da situação atual na Região Pan-Amazônica, onde puros interesses econômicos internacionais sobrepujam o que há de mais importante, quer para os Povos nativos, quer para o desenvolvimento adequado da Região, quer ainda para o bem da mesma Humanidade. Não estranha por isso que tanto Indígenas quanto Civilizados e Ecologistas ainda paguem com suas vidas por seu compromisso com os direitos quer dos há muito residentes, quer dos indígenas, como aconteceu com o P. Rudolf Lunkenbein e Simão Bororo, há mais de 40 anos…

Com informaçõs da ANS

 

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