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Mais de 40 cadastros são feitos durante ação de Liga Acadêmica de Oncologia

9 de outubro de 2018

Iniciativa envolveu os cursos de Medicina, Biomedicina e Medicina Veterinária do Unisalesiano.

O Brasil é o terceiro maior cadastro do mundo em candidatos a doadores de medula óssea, com 3,8 milhões de registros no Redome (Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea). E, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar possíveis doadores compatíveis aos que necessitam de um transplante.

Por conta disso, a Liga Acadêmica de Oncologia do Unisalesiano, em parceria com os cursos de Medicina, Biomedicina e Medicina Veterinária, promoveu um cadastramento de alunos que se interessaram em participação da ação.

O evento aconteceu na manhã do dia 4 de outubro, no Unisalesiano, com a presença de profissionais do Núcleo de Hemoterapia de Araçatuba. Aproximadamente 42 cadastros foram feitos e o sangue dos envolvidos foi coletado pelos alunos do curso de Biomedicina.

“Nosso objetivo é aumentar o número de cadastrados no sistema nacional e ajudar os pacientes a terem um tratamento mais efetivo, principalmente as crianças”, disse a aluna do 2º termo do curso de Medicina e presidente da Liga Acadêmica de Oncologia, Tayla Ranieri Martins.

Para a enfermeira do Núcleo de Hemoterapia, Thais Mazeto, ações como essa são de extrema importância para a vida de quem necessita de uma medula óssea. “Colabora muito e nós temos uma parceria de sucesso com o Unisalesiano. Quanto mais cadastros, mais chances de encontrarmos uma pessoa compatível”, disse.

O aluno do 6º termo de Medicina Veterinária, Thyago Damico, foi um dos que marcaram presença no cadastramento. “Eu já doei sangue uma vez e estou aqui com a possibilidade de ajudar uma pessoa que sofre de leucemia, por exemplo”, afirmou.

Do outro lado da mesa, ficou a estudante do 8º termo de Biomedicina, Taciana Albuquerque, uma das responsáveis pela coleta de sangue dos participantes. Ela explica que o papel do biomédico é muito importante na área do diagnóstico. “Então, fazer a parte prática agrega muito no nosso conhecimento e nos prepara para o mercado de trabalho”, refletiu.

Por sua vez, a docente e coordenadora dos estágios na área de Biomedicina do Unisalesiano, Bruna Polacchine da Silva, explicou que um serviço de cadastramento mostra ao aluno sua função como biomédico e também para todos os cursos envolvidos, a importância da doação. “Isso contribui com a sociedade em geral e também com uma integração entre os acadêmicos”, concluiu.

Monique Bueno/Unisalesiano

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